Foto do site ArqBacana!
Foto muito comum em janeiros
Prenúncio de apocalipse. É o que se sente quando as nuvens carregadas pairam sobre a Região Metropolitana de São Paulo. Esse jovem blog já possui vários posts que tratam do tema, seja acompanhando as tristes manchetes de desastres que os jornalões usam para vender mais, seja trazendo experiências que devem ser ressaltadas independentemente da época do ano.
A época de chuvas ainda está longe de começar. Obras importantes não são possíveis de se completar em apenas alguns meses, mas serviços básicos de manutenção deveriam ser rotina e jamais esquecidos ou relegados a segundo plano.
A notícia abaixo veio com pouco destaque na página principal da Folha de São Paulo. Mas é importante e marca alguma mudança de pensamento, pois não estamos em período chuvoso e ainda assim o tema é lembrado. Seria muito democrático e republicano uma série de reportagens nessa época seca. Gostaria muito que a Folha (ou qualquer órgão grande de imprensa) tomasse essa iniciativa.
E enquanto isso, a população deveria fiscalizar e EXIGIR. Ao invés de "Marcha da Maconha", "Slut Walk" e outras ainda menos importantes, algum insider poderia bolar um flasmob a favor dos rios. Em outra instância, o ArqBacana! já fez isso. Vamos lá, pessoal, coloquem a criatividade a serviço dos menos favorecidos!
Da FOLHA DE SÃO PAULO
13/06/2011 - 05h30
Ações contra enchentes atrasam em SP
As ações contra enchentes anunciadas pelo governador de SP, Geraldo Alckmin (PSDB), no início do ano estão atrasadas e não serão concluídas até o verão, informa a reportagem de Alencar Izidoro e Eduardo Geraque, publicada na edição desta segunda-feira da Folha.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Com 11 dias de mandato, após um dia caótico em São Paulo diante do transbordamento do Tietê e do Pinheiros, Alckmin divulgou que aceleraria a retirada de sedimentos dos rios para tentar evitar alagamentos na temporada de chuvas seguinte.
Até dezembro, no entanto, quando começa o verão, ele conseguirá desassorear (retirar sedimentos da calha) apenas 60% do que havia anunciado para os dois rios.
OUTRO LADO
O governo paulista culpa contestações na Justiça e no TCE (Tribunal de Contas do Estado) pelos atrasos.


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