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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Do trabalho e da arte

Trabalho, enquanto objeto de remuneração? Está decadente.
Ideia já antiga, de Guy Debord e os situacionistas.
Leia esse texto de 1967, de Raoul Vaneigem.
http://guy-debord.blogspot.com/2009/06/decadencia-do-trabalho.html

E a arte? Quais seriam seus limites?
Os suportes são cada vez mais diversos e o meio informatizado nos ocupa muitas horas por dia. As técnicas evoluem como em qualquer área de conhecimento da humanidade. E os temas? A preocupação dos artistas de hoje seriam as mesmas? Está tudo em aberto.
E para romper com o establishment (hahaha), uma entrevista com um cartunista: http://www.overmundo.com.br/overblog/arte-engajada-entrevista-com-carlos-latuff

Da crítica:
Com muito bom humor, isso aqui é uma crítica ao imobilismo do capitalismo e o ocaso das teorizações, manifestações e toda contracultura do século passado.
http://dinamicadebruto.interbarney.com/2011/manifesto-simplista/

Então eu pergunto: o que temos para HOJE?
Na filosofia, arte e vida, o que seria - de verdade - atual?
As redes sociais?
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