O IAB-SP realizou um evento belíssimo no último sábado, dia 14/04/2012 (dia do centenário do Santos FC), como anunciado inclusive nesse blog. Deram o nome de Re-Conexão para o evento, coerente com as propostas da nova gestão. A abertura, como não poderia deixar de ser, foi a realização de uma exposição com desenhos do edifício sede do IAB-SP, com forte participação dos alunos da vizinha Escola da Cidade. Na sequência, discursou o presidente Arq. José Armênio de Brito Cruz, o vereador José Police Neto e o secretário de planejamento do município de São Paulo, Eng. Miguel Bucalem.
As falas do presidente e do vereador seguiram a mesma linha, no sentido de priorizar o lado público da arquitetura e urbanismo, no desenho da cidade e valorização dos planos e projetos. O secretário de planejamento falou, em brevíssimo discurso, sobre o impacto da qualidade nos planos e projetos, afastando de si (e da gestão atual) parte da responsabilidade sobre o sucesso ou insucesso do planejamento atual. Com relação à gestão institucional, mais importante que o coerente discurso do presidente, são as ações práticas efetivadas e até o anúncio da reforma da laje - marquise, com a intenção de liberar as calçadas no entorno do prédio. Obviamente deve se iniciar a obra por essa atividade, não adianta discursar o sentido público da arquitetura e impedir o livre trânsito na própria calçada!
A seguir houve uma belíssima festa, com a participação de grandes figuras da arquitetura paulista, arquitetos de todas as idades e muitos estudantes. Uma das entradas da Escola da Cidade foi transformada em um pequeno palco, onde boas bandas compostas por arquitetos apresentaram sua música. Em dado momento, um grupo de arquitetos muito jovens apresentou uma intervenção na fachada do prédio do IAB, com projeções em vídeo aplicadas sobre desenhos previamente elaborados (projeção mapeada), combinado com uma competente sonorização. Notem o conceito nesses vídeos abaixo. Um show!
Parabéns ao IAB-SP pela iniciativa e à Escola da Cidade pelo envolvimento. Vou torcer para que não seja a única e - mais ainda - torcer para que os colegas sintam-se cada vez mais à vontade para apresentarem-se, participarem e colaborarem. Não adianta reclamar que a Instituição não se comunica. É preciso ter iniciativa, participar.
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