www.fabricidades.blogspot.com.br

.............................................................................................................

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Evento controverso na USP



Festival da Cultura Canábica em São Paulo

Sabe aquelas histórias em que todos os lados tem um pouco de razão e torna-se muito difícil adotarmos um posicionamento mais racional? É assim que me sinto ao saber desse evento e ler o que ambas as posições escrevem e argumentam.
Não vou reproduzir aqui o que os defensores do movimento canábico dizem. Mas é importante diferenciá-los do que tradicionalmente denominamos "noias" ou "noinhas". Aquele é o indivíduo que fuma Cannabis Sativa de forma consciente e educada, ou seja: não colabora com o tráfico, não dirige após o consumo, não excede seus limites... O mesmo que um bebedor consciente! O outro é o irresponsável, o que além de promover males para a própria saúde, pode atingir outrem, seja colaborando com o tráfico armado, seja dirigindo ou conduzindo máquinas, seja se excedendo e com isso atrapalhando a vida da própria família (ou da sociedade).
Do outro lado, noto que os principais combatentes da descriminalização da erva são herdeiros da opressão, pessoas que igualmente defendem a velha ditadura e outros posicionamentos sociais e políticos igualmente superados.

Vencer pela educação

A educação vence tudo. Se nossa sociedade atingisse um grau maior de desenvolvimento cultural (e educacional, formalmente), não haveria qualquer necessidade de proibição. Uma pequena parcela dos indivíduos acabaria por se viciar, por alguma tendência genética ou outra conjunção de fatores, como depressão e família degradada... Para esses, a sociedade (através do Estado), deve oferecer ajuda. Os males causados pela falta de educação e cultura é que promovem o tráfico, a violência, a doença e a morte.
.
.
.

Nenhum comentário:

Postar um comentário