Refletindo sobre a arquitetura contemporânea, conclui ser impossível determinar se há predominância da função ou da forma na composição projetual.

Na arquitetura contemporânea se destacam, por um lado, a favor da forma, os "arquitetos-espetáculo", como Frank Gehry e os deconstrutivistas. Por outro lado, há os "arquitetos-verdes", que priorizam o funcionamento do prédio em detrimento da concepção espacial.
Será possível adotar um caminho intermediário na Arquitetura, sem perder o caráter de arte, mas ao mesmo tempo atender à demanda social por "sustentabilidade"?

Muito difícil responder.
Particularmente não gosto do resultado final das obras deconstrutivistas, mas é uma alternativa artística com base teórica e conceitual.
O resultado das obras "verdes" (que no mundo atual são a única alternativa politicamente correta - e comercialmente interessantes, entre nós) são muito pouco expressivas no aspecto formal.
Então pergunto.
Haveria outro "movimento", organizado ou não, que responda ao problema artístico da arquitetura de hoje em dia?
Acho que com o tempo e o desenvolvimento da tecnologia sustentável teremos mais alternativas de projeto e conseguiremos mesclar o útil e o belo! Por enquanto ainda é complicado. Se o arquiteto escolhe utilizar o material ecologicamente correto, a tecnologia verde, e projeta totalmente voltado para esse lado (incluindo orientação das aberturas, inclinação da cobertura, circulação...), é difícil atingir um resultado considerado bonito (para os tempos atuais).
ResponderExcluirTalvez o tempo reúna os verdes em um padrão considerado belo. Tentei contrapor, como "movimento", ao Deconstrutivismo. Mas acho que somente o tempo poderá responder.
ResponderExcluir.................
Talvez eu devesse abordar a crítica arquitetônica, que não promove um debate maior, onde essas questões devem ser discutidas. Pelo menos no Brasil estamos fracos nesse sentido.