Nesta minha primeira visita à Santa Catarina conheci as cidades de Mafra e Rio Negrinho.
Especificamente esta segunda me causou algum estranhamento. A área urbanizada é bem extensa para uma cidade com 40.000 habitantes. O centro é delimitado por córregos, morros e a própria rodovia, o que torna os bairros quase que porções independentes no território. As conexões não são óbvias, instintivas. Circular na cidade exige mapa ou conhecimento.
A despeito disso, a cidade é limpa, sinalizada, com alguns pontos turísticos (a chaminé da antiga companhia de móveis, o museu Carlos Lampe, alguns prédios interessantes e a área rural). O comércio parece ser adequado e até bom para uma cidade desse porte. Há uma terminal de ônibus muito organizado e limpo.
Infelizmente perdi o melhor passeio da cidade, que é a linha de "Maria-Fumaça". Interliga Rio Negrinho e São Bento do Sul, passando por uma colônia polonesa na qual se serve um almoço típico. Mas o trem roda apenas uma vez por mês! Uma pena!
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Aproveitando a ocasião, divulgo o evento que me levou até lá: o Festival Psicodália, que em pleno Carnaval reúne fãs de progressivo, rock psicodélico e afins. Excelente organização, ambiente absolutamente seguro e amistoso, bandas absurdamente legais. Ano que vem estarei lá novamente.
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